Direito à Vida

O aborto não é um problema religioso, que os religiosos combatem até ao limite da sua religião (que até pode não ter limites).
Mas o aborto também não se resume a um conceito político abstracto, que serve de bandeira de campanha e matéria de debate e discussão para entretenimento dos partidos políticos.
O aborto é a dolorosa realidade da morte de um ser humano inocente no início da sua vida, que (como se não bastasse) acarreta graves danos para a saúde física e psicológica da mulher.
Do Governo esperamos modernidade e coerência. E o nosso país parece ter deixado subverter os critérios de ambas! Que tipo de critério de modernidade será construir mais estradas, ter menos maternidades, menos escolas, mais idosos com pensões miseráveis, mais casamentos de homossexuais, menos produtividade, e ... matar mais crianças??!!
Os direitos humanos são de todos os humanos, a Declaração Universl dos Direitos do homem explicita precisamente que são isso mesmo: Universais, ou seja, para todos.
Não é por não ser desejado que um ser humano dever ver-se excluído dos direitos que lhe são próprios, por natureza.
Nós que defendemos o "não" somos advogados desta causa Universal que é a Vida. E a prova de que não se trata de mais uma conversa barata, é o serviço à Vida que as instituições e grupos cívicos têm praticado no terreno ao longo dos anos.
A favor da Vida e a favor das mulheres.
Dizer não ao aborto não é ser antiquado, intolerante ou radical. O aborto é que é intolerante e radical para com a criança: não lhe dá opção nenhuma! O "não" ao aborto obriga-nos a todos, individualmente e como sociedade, a ter em consideração todos os intervenientes neste drama.
A nós e à sociedade cabe ajudar cada pessoa, e as famílias, a viverem e a serem felizes com as circunstâncias que tiverem. A morte de um ser humano nunca pode ser solução para os problemas de outro.
Independentemente das dificuldades no momento da concepção e das capacidades fisícas ou intelectuais de um ser gerado, o ponto de partida será proteger SEMPRE aqueles que veêm ameaçado o seu DIREITO À VIDA.

Comentários:
Uma reportagem - Turismo do aborto - emitida pela cadeia de televisão pública Dinamarquesa DR e gravado com câmara oculta revelou que na clínica EMECE de Barcelona, presumivelmenete, se realizam abortos ilegais a mulheres grávidas de até mais de 7 meses provenientes de toda a Europa.
O aborto é feito injectando digoxina no coração do feto.
 
Nem vale a pena... mas como a caricatura chega a estes extremos, resta perguntar em que capítulo da Declaração Universal dos Direitos do Homem vem incluído o embrião e o feto.

Também não há dúvida que o efeito "cabeça quente" é sempre mais perigoso quando atinge as mullheres...
 
E com isto me despeço deste blogue.

Por uma mera questão de sanidade mental e para evitar alguma "reactiva" que ainda me leve a trocar a abstenção por um voto imperioso pelo Sim.
 





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