NÃO!

Não posso concordar com a liberalização do aborto porque pretendo ser, em todas as circunstâncias, defensora da Vida Humana, em todas as suas fases e em qualquer circunstância.
Trata-se uma questão objectiva, pouco mais do que HUMANA!
Não quero ser parte de uma sociedade que confunde e subverte o sentido e alcance plenos da Vida Humana.
Pertenço a geração de mulheres que anseia por uma liberdade verdadeira, onde a dignidade da pessoa humana seja protegida por inteiro e sem excepções.
O Estado serve o Homem; a Lei protege bens e valores e por isso deve punir todos os actos que violem este Bem/Valor supremo - Vida- , sob pena de não ser justa.
É este o princípio da conversa!
E é neste sentido que defendo a definição abstracta do crime aborto, sem prejuízo da responsabilização pública pela prática dos crimes, nomeadamente na necessidade, igualmente urgente, de combater a pobreza, a exclusão social, o desemprego, a fome, etc.
Há que evitar a pobreza, NÃO evitar que os pobres nasçam!
Não queremos mais interrupções voluntárias, e sem critério, de gravidezes que obviamente não podem ser retomadas.
Desde o último referendo, a única coisa que mudou (e para pior!) foi a necessidade de combate a estes males, e de apoio a crianças, a mães trabalhadoras, a famílias numerosas, a mulheres que querem ser livres para planear as suas vidas, enfim: a pessoas que NÃO querem praticar abortos.
Não tememos o referendo, mas não precisamos de outra lei.
Não queremos que façam abortos, nem em Portugal nem em lugar nenhum.

Comentários:
"interrupção voluntária da gravidez"..
como se bastasse carregar num botão "stop" e estava feito.ridiculo.

se uma mulher é responsavel o suficiente para ter relações sexuais, também terá de ser responsavel para suportar as consequencias que daí possam advir.

não ao homicidio, não ao aborto
 
Uma criança é uma consequência, muito bem!

Estou sem palavras...
 
Uma gravidez é uma consequência que deve ser assumida.
É bom que não se deturpe o que está escrito.
 
Devo por isso concluir da leitura do seu post que há pessoas não humanas (pela dignidade da pessoa humana)? É um bom começo de discussão.
 
Sara, se nao quer que se facam abortos em lado nenhum, sugiro lhe que inaugure intitulado As politicas familiares que nunca se fizeram... ou talvez: Educacao Sexual - o tabu cliche.

( estou num teclado estrangeiro)
 
É difícil acreditar em tanta ingenuidade.
Será ingenuidade?
Liberdade verdadeira? Não há liberdade, qto mais verdadeira.

Mas em que planeta é que vive?

Acabar c/ a pobreza?
O que é que já se fez até hoje pª acabar c/ a pobreza se ela é um dos pressupostos do sistema que regula este planeta?

Sabe quantos pobres são necessários para se obter um rico?
Cada vez mais. Como é que pode esperar que acabem c/ eles?

Estude umas coisas, informe-se e não tenha tantas ilusões.
... It's a wild world (mas isto não deve ser do seu tempo).
 
Portanto, deduz-se, pelo comentário acima que criar condições e ser-se solidário para com famílias pobres é ser-se utópico.
Daí a falta de apoios a instituições que se preocupam em minorar as condições de pobreza e de exclusão social: são utópicas e lunáticas. Não valerá a pena...é investimento perdido...
 
Sou a favor da alteração da lei, mas sim para que se diminuam as semanas em que o assissínio da criança se possa fazer, ou para a eliminação da lei e gastar o dinheiro que se vai usado na campanha e nas ajudas às abortistas para ajudar as mães que precisam...
 
Caro Nuno, existem Pessoas colectivas... Tanto quanto sei a Sonae, o BPI ou o SLB n são pessoas humanas. Contudo sao pessoas, aos olhos da lei.
 





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