A BATOTA NÃO ESTÁ FÁCIL

Segundo o Correio da Manhã parece que existe uma divisão de opiniões no Tribunal Constitucional sobre a constitucionalidade da pergunta aprovada pelo Parlamento para o referendo do aborto. Se o Tribunal recusasse a pergunta prestaria um serviço histórico à higiene referendária. Quando se faz uma pergunta ao povo não se deve fazer batota, nem usar reserva mental. Com esta pergunta os eleitores estão a legitimar (ou não, espero eu) coisas que não estão expressas na pergunta.
(publicado no Tomarpartido)

Comentários:
Exactamente.
 





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