A CULPA DO NÃO AO SIM

Já alguns colegas se referiram anteriormente às mais recentes declarações de Francisco Louçã e de Odete Santos acerca do próximo referendo sobre o aborto. Julgo que não vale apena atacá-las pelo lado fácil, ainda que correcto, justo e compreensível, dos modelos políticos de humanidade de um e de outro (essa viagem da Coreia do Norte à Inquisição política bloquista, com paragens terroristas na ETA e na internacional terrorista, com que ambos decoram a sua humanidade exercem a sua arrogância moral). Não. Basta deixá-los falar e, sobretudo, da nossa parte, defensores do não, pedir-lhes um grande favor: que falem muito até ao dia do voto. No fundo, os defensores do sim não aprenderam a lição de 1998. Ainda bem, digo eu.
(Publicado no Tomarpartido)

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