Costelas americanas

Não me querendo intrometer numa conversa que não é minha, chamo a atenção para o facto de a invocação americana da privacidade como justificação para o aborto cumprir, naquelas paragens, a mesmíssima função que a chamada à colação da liberdade entendida segundo o prisma individualista radical. Tirando a génese, pouca ou nenhuma diferença há entre o right to be let alone e o slogan "na minha barriga mando eu". Se um choca o Henrique, porque sustenta o outro?

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