CRIME, DISSE ELA

"Para a jornalista e activista dos direitos humanos (Maria Antónia Palla), a despenalização do aborto é a conquista da “última liberdade” das mulheres, que devem ter o direito de decidir “quando, quantos e se querem ter um filho”, mas é também o reconhecimento do “direito da criança a ser desejada”. Por isso, qualifica de “associações criminosas” aquelas “que dizem às adolescentes para terem filhos, porque elas depois dão-lhes um berço, quando “uma criança precisa de muito mais do que um berço” e “uma mãe adolescente, na melhor das probabilidades, é uma mulher sem futuro”, atira."
Ao que isto chegou. Agora criminoso é ajudar as mães a ter filhos. Já agora a activista de direitos humanos, como quiçá ironicamente é tratada no Público, quererá criminalizar a ajuda ao nascimento? E qual a pena que propõe? Este é um bom exemplo da total inversão de valores que o Sim, no que tem de mais profunda convicção, pensa e só raramente diz. Um desprezo frio, mecânico pela vida humana.

(publicado no Tomar Partido)

Comentários:
Hoje vi um cartaz colocado pelo PS que diz:
"aborto clandestino - uma vergonha nacional"
Para quem é Governo vergonha nacional deveria ser:
- Não dar condições a todos os portugueses para terem os filhos que desejem.
- Haver portugueses sem casa.
- Haver portugueses sem emprego.
- Haver portugueses com fome.
- Haver portugueses que morrem antes de chegar a sua vez nas listas de espera.
Enfim são tantas as "vergonhas nacionais" que nem se pode enumerá-las, mas a verdade é que muitas delas, (aquelas que envolvem as condições de vida dos portugueses), são a verdadeira causa dos abortos.
Abraço
 
O PS sabe isso tudo, garanto-lhe. Um dos argumentos do SIM é que sem condições (dinheiro, casa, emprego, comida, saúde,..., playstations, viagens à neve, etc) não vale a pena vir ao mundo. Na lógica deles isto é foolproof. Repare: se todos os "pobres" abortarem, a prazo deixa de existir esse problema. Talvez assim o PS consiga subir o nivel de vida dos portugueses. A esperança é a última a morrer, depois dos fetos e até de certas utopias da moda. Talvez a tendência para o SIM seja hereditária, e havendo essa liberdade... tenha fé. :->
 
É a 1ª vez que venho a este blog, mas evidentemente sou pela segurança moral, material e juridicamente estampada na DEclaração Universal do Direitos do Homem.Na defesa da vida contem comigo na linha da frente deste combate, não aqui, mas sim em blog´s do Sim (especialmente no do Miguel Abrantes) que deve ter ficado engasgado quando lhe disse que em caso de dúvida sobre a existencia da vida humana antes das 10 semanas, aplicasem a máxima "em caso de dúvida absolva-se o réu", que neste caso concreto será o ser humano em fase de desenvolvimento!As normas jurídicas tão do gosto de M.A. e camaradas políticos, viraram-se contra os mesmos!Bem hajam!
 
É a 1ª vez que venho a este blog, mas evidentemente sou pela segurança moral, material e juridicamente estampada na DEclaração Universal do Direitos do Homem.Na defesa da vida contem comigo na linha da frente deste combate, não aqui, mas sim em blog´s do Sim (especialmente no do Miguel Abrantes) que deve ter ficado engasgado quando lhe disse que em caso de dúvida sobre a existencia da vida humana antes das 10 semanas, aplicasem a máxima "em caso de dúvida absolva-se o réu", que neste caso concreto será o ser humano em fase de desenvolvimento!As normas jurídicas tão do gosto de M.A. e camaradas políticos, viraram-se contra os mesmos!Bem hajam!
 
Eis algumas questão para os adeptos do "sim" mas, até agora, ninguém quer (ou sabe) responder a isto:
Se o "sim" vencer e se uma mulher quiser ter um filho mas o companheiro não, será que ele vai ter de continuar a ser forçado a aceitar a paternidade, a pagar pensões, etc? A mulher passa a poder decidir se quer ser mãe ou não mas o homem pode ser obrigado a ser pai? Curiosa igualdade esta...
Também me parece aberrante a ideia de uma mulher poder ocultar a gravidez durante 10 semanas para mais tarde poder forçar o companheiro a assumir uma paternidade que não desejava e que não precisava assumir...
Ou a ideia de uma única pessoa poder decidir sobre um filho que é de dois...
Ou que uma mulher possa entender abortar porque tem gémeos e só lhe dava jeito ter um filho...
ou que peça ao médico para abortar um deles e o outro não?!..
ou... ou... tantas questões sem resposta...
Não era melhor apostar em politicas de auxílio à maternidade?!!!

O que fizeram os adeptos do "SIM" desde 1998. Os do "Não", quase sem ajudas, fundaram cerca de 60 instituições de Apoio à vida e já apoiaram cerca de 80.000 novas vidas (pais e filhos).

Eu quero um estado que defenda e apoie a VIDA.
 
Esqueci-me de uma coisa... os do sim fizeram uma coisa muito importante... foram fazer teatro à porta dos tribunais onde meia duzia foram prestar contas não por terem abortado mas por fazerem abortar.
 
Meu caro, este jogo estará sempre viciado. Vão sempre encostá-lo à parede com o argumento de que "mãe é mãe". Até os direitos do pai são deveres. :-)

Em vez de ir contra a montanha é melhor contorna-la. No meu entender, o maior interessado na contracepção deve ser o homem...

Já pensou que isso seria uma grande ajuda para o problema em questão? É que para fazerem aborto a pedido tinham que instituir o direito de engravidar a pedido também. ;-)

Estou a brincar, evidentemente. Ridendo Castigat Mores. Cumprimentos.
 
Será que este José Costa é um "advogado" que conheci (bem) há já algum tempo? Se é, continua parvo...
 





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