RESPONSABILIZAÇÃO

Eu voto SIM.
Sim à responsabilização de cada um pelos actos praticados.

A proposta de lei que se debate actualmente é mais uma acha para a fogueira da desresponsabilização que crescentemente impera na nossa sociedade. Mas uma acha altamente inflamável. Abortos toda a vida houve e nunca deixará de haver e mostra a experiência, dos tais países “mais desenvolvidos” nesta matéria, que só tendem a aumentar quando são permitidos por lei. Aprendamos com a experiência: a liberalização conduz ao facilitismo e o facilitismo é inimigo de uma cultura de responsabilização, de uma vivência em prol do bem comum e do respeito próprio e pelo próximo. Pelo contrário, o facilitismo estimula uma cultura de individualismo, materialismo e imediatismo, em que as preocupações individuais e egoístas se sobrepõem a tudo o resto. Até à vida.

Sou pelo SIM à vida, vida que acredito começar na concepção. Mas não me quero centrar nesta matéria, controversa para os que precisam que os cientistas apresentem uma prova irrefutável. Enquanto ela não chega, se é que algum dia chegará, vai-se arriscando. Eu, se tivesse dúvidas, não arriscaria a vida. Nem a minha, quanto mais a dos outros...

Ao longo do período de duração deste blogue, estarei disponível para conversar com todos os que o queiram fazer de forma civilizada e respeitosa, usando as minhas convicções para arrastar os partidários da IVG para o campo dos indecisos e estes (e quem sabe também aqueles) para o voto no NÃO.

Eu voto NÃO. Não ao facilitismo. Não à desresponsabilização. Não ao aborto.

Comentários:
Cara Joana,

Não podia estar mais de acordo com o sim à vida e sou completamente a favor da vida. Penso que o que esta sociedade precisa são medidas de incentivo à natalidade. Aliás sou um caso raro das estatisticas, isto é, mais de 3 filhos.....

No último referendo, votei contra o aborto e sou contra o aborto.

Contudo estou indeciso se penalizar o aborto é a melhor solução....

Será que não estamos a promover com esta penalização do aborto uma hipocrisia social! Isto é, será que não acreditamos todos que são normalmente que aquelas mulheres de extractos sociais baixos que tem grandes problemas económicos que não pretendem ter filhos e por terem uma relação complicada com os seus maridos que normalmente querem abortar e que: i)não o fazem criando situações económicas e sociais deploráveis;
ii) abortam em condições de higiene duvidosas.

Será que algum de nós é a favor que uma destas mulheres venha a ser penalizada / criminalizada por este comportamento....O primeiro que atire a primeira pedra.....

Pois é cara Joana, penso que o que mudou na minha maneira de pensar é que li no entretanto um livro (freakeconomics) que nos põem a pensar sobre o lado prático deste assunto e os efeitos perversos que pode ter uma política de despenalização do aborto numa sociedade livre e com consequências pró-vida no longo prazo.

Joana, acho que o que temos mais que tudo é defender uma política pró natalidade e pró educação. Estou indeciso se não será melhor deixar passar a despenalização do aborto e juntarmos as nossas energias para outras batalhas a favor da natalidade, da vida e da educação daqueles que tem a idade dos nossos filhos...talvez esta seja amelhor forma de combatermos o aborto no longo prazo......

Entenda este comentário como uma provocação de alguém que está indeciso...
 
«Não se quer legalizar nem liberalizar o aborto: quer-se despenalizar.»

Afinal como ficou resolvida a questão entre seres humanos e pessoas? E afinal os seres humanos têm direito à vida ou não? Se têm, então a lei do aborto quer despenalize quer legalize é uma lei injusta porque nega a um grupo de seres humanos o direito à vida. Se os seres humanos não têm direito à vida, porque é crime tirar-lha? O melhor seria descriminalizar aquilo que, de facto, não é crime.

Por outro lado, com a mesma base se poderia dizer: «Não se quer legalizar nem liberalizar a escravatura: quer-se despenalizar.» O leitor ficaria descansado e feliz sabendo que a escravatura, embora continue a ser crime, foi despenalizada?!?

Com a mesma razão poderíamos defender qualquer aborto: «Não se quer legalizar nem liberalizar o aborto até aos nove meses: quer-se despenalizar.» Como o argumento inicial não está indexado ao tempo, não se percebe porque é válido no aborto até às 10 (12, 16 ou 24) semanas e inválido a partir daí.

Mas a verdade é que a cirminalização do aborto foi sempre um facto inaceitável para os defensores do aborto. É para eles inaceitável que a mulher que aborta seja uma criminosa. Ao seu crime não está associada nenhuma pena mas a mulher que aborta é, à luz da lei de despenalização, uma criminosa. Portanto, a despenalização tem sido uma etapa estratégica na caminhada para a descriminalização do aborto.

Além disso, não é preciso esperar muito por tudo isso: quem diz que só se pretende despenalizar está enganado. A lei que foi aprovada em 4 de Fevereiro de 1998 descriminaliza o aborto até às dez semanas.

Finalmente, muito pior que a legalização e liberalização do aborto é o aborto compulsivo. E esse já é uma realidade: resulta da possibilidade de se abortar por qualquer razão até às dez semanas. Toda a mulher fica à mercê do marido ("ou abortas ou me divorcio"), do patrão ("ou aborta ou rua"), de um filho ("ou aborta o outro herdeiro ou nunca mais me vê", "ou aborta ou faço-lhe a vida num inferno"), etc.

Mas é óbvio, e como sempre o fiz, que votarei no NÃO!!
 
"os seus maridos que normalmente querem abortar"

É também pelas mulheres que estão nessas situações que o "não" deve impor-se.
 
Caro Anónimo,
Não penso que o problema que (bem) expõe se esgote nessa alternativa. Não podemos promover ambas as políticas? Deveremos sacrificar os bébés de hoje para que amanhã outros iguaizinhos a estes, em direitos e dignidade, possam viver? Sinceramente, acho que não podemos cometer esse erro... nem por uma vez!
 
ainda agora começaram e já apanharam um correctivo valente do grande maradona. isto promete...
 
a liberalização conduz ao facilitismo [..] o facilitismo estimula uma cultura de individualismo

É um apelo aos liberais para votarem "sim"?
 
Felizmente todos temos tido uma vida fácil!

É fácil defender o Não com argumentos fundamentalistas, quase parecidos com aqueles do tipo" a barriga é minha" que algumas defensoras do Sim do tipo giras e Bloquistas fazem.

Díficil é viver uma vida de miséria em que confrontamo-nos com decisões para as quais não sabemos o que fazer, para as quais não tivemos educação para saber enfrentar.

Defender o sim é fácil defender o não de uma forma bacoca também é fácil. Proponho que este Blog tente responder às questões mais dificeis de caracter social e de politicas pró vida porquê essa é a única forma inteligente de acabar com o flagelo de ter de se tomar uma decisão de abortar quando a vida é uma miséria e por mais difícil que a decisão de abortar o seja é provavelmente a solução escolhida.

Tomar a decisão de abortar deve ser muito difícil para grande parte das mulheres e não um facilitismo...

Continuo indeciso e não vai ser com argumentos bacocos e fundamentalistas que me vou decidir...

O indeciso ( o mesmo do 1º comentário)
 
Joana, percebeu o cinismo insuportável do que escreveu ou está fingir que não vê ?

Sabe, é que para que haja o que V. acha que é repressão do facilitismo, as mulheres que abortam voluntariamente tinham mesmo de ir para a prisão, ou V. acha que não é facilitismo não haver memória de mulheres a cumprir pena por terem abortado ?

Seja coerente, defenda a aplicação efectiva da pena de prisão prevista no Código Penal !

Se não, bem vê que ninguém acredita em si.
 
Para o anónimo:

As questões de fundo são para nós essenciais na defesa do não. A nossa ideia não é enverdar por uma estratégia facilitista e desreponsabilizadora de liberalizar o aborto, mas sim criar condições para que as mulheres nãotenham que abortar. É o nosso objectivo criar uma rede de apoio a mulheres que tenham dificuldades em criar os filhos.

Por outro lado a despenalização do aborto cria graves precedentes como o aborto compulsivo, ou seja, sem razão de fundo. Nos EUA mulheres são despedidas por não quererem abortar, não queremos que isso aconteça em Portugal.

Quanto à criminalização, gostava que me apresentassem o caso de alguma mulher que esteje presa em portugal por cometer aborto. Só quem montou clinicas privadas com um intuito meramente lucrativo é que neste momento estão presas (aliás, só conheço uma pessoa nessa situação).

por outro lado, votando no sim, concordamos que o nosso dinheiro vá para a prática de abortos em crianças saudaveis, pois o principal objectivo da despenalização é tornar acessível ás pessoas mais pobres o aborto, e numa clinica privada fica sempre acima dos 1000€, logo incomportável por uma pessoa pobre.
Por outro lado, abortos em hospitais publicos, pagos com dinheiro dos nosso bolsos, a passr à frente de pessoas que estão em lista de espera para serem operadas, pois só tem até às 10 semanas para o podrem fazer.

Votar não é um protesto contra a politica de saude deste govero, que fecha maternidades e manda abrir clinicas de aborto, dizendo o ministro que tem que se incentivar a nataliade.

Não quero objectivar a sua consciencia indeciso, mas a escolha parece-me obvia, o caminho mais fácil nem sempre é o melhor e a lei actual protege os interesses da mulher, premitindo o aborto nos casos de mal formação do feto, perigo de vida para a mãe, ou nos casos de violação.

Tambem reparei que é homem e votar no não é também dizer que os homens sempre foram esquecidos nestas questões, que por vezes, por detrás de uma mãe pobre está um pai com condições para criar a criança, um pai que está dispostoa sustenta-la e que não quer que a mãe aborte. Todo o bebé tem pai, menos quando se fala de aborto, mas o que não se pode acietar é a possibilidade de uma mulher abortar contra a vontade do pai. Votar no não é defender os interesses dos homens!

espero que tenha ficado mais elucidado!
 
O irredutivel porque nao vais pregar Salazar la para o teu Blogue? E deixas aqui a malta em paz?
 
Caro Indeciso,
Concordo inteiramente consigo quanto à defesa de políticas pró-natalidade e pró-educação. Não me parece é que: (i) haja coerência entre uma lei pela IVG e uma política pró-natalidade; e (ii) fazendo passar a lei pela IVG se consiga "calar" os abortistas.
Mostra a experiência, mais uma vez, que esta lei é apenas o primeiro degrau da escalada dos abortistas (ainda que, acredito, a maioria deles não tenha este propósito consciente). Não há já países em que o aborto é permitido até aos 9 meses? Há.

Por outro lado, acredito que a decisão de abortar não seja fácil para algumas mulheres e seja até a última opção. Mas só para algumas. Para outras será rigorosamente uma forma de não assumir responsabilidades, pois têm condições económicas e sociais para criar a crianças mas não querem abrir mão dos seus sonhos. Acho que não podemos nivelar por baixo. E o Estado deve concentrar-se em apoiar as primeiras.

Por fim, sugiro-lhe que leia o texto publicado no blogue ontem à noite, escrito por um médico. Acho que ninguém quer chegar àquele extremo, pois não? Então não vamos abrir esse caminho.

Obg pelas suas participações e continue a aparecer. Queremos convencê-lo que NÃO!
 
Esta história do aborto livre até às 10 semanas é um primeiro passo para o aborto livre e descomprometido, financiado pelo Estado com a bênção de certas elites com aversão a fraldas e chuchas...
Porque quem dá a mão...também pode dar o braço...e quem dá o braço...também pode dar a perna...e assim vamos furando tempo adiante, até que se pode chegar ao infanticídio de recém-nascidos por deficiência detectada no pós-nascimento...
Basta que haja números de mulheres que recorrem a vãos de escada para abortar após as 10, 12, 20 semanas para que a questão das pobres que sobem a calçada com a lancheira desengonçada (como declama a Dra Odete Santos) volte à berraria do costume. Entretanto, continuam a ignorar as causas que levam ao aborto.
Quando se penaliza o aborto, penaliza-se o acto em si. Portanto, é inválido o argumento do "estamos contra o aborto" dos que querem a sua despenalização. Se assim fossem, nunca diriam que se trata de um problema de consciência, ou que é um direito da mulher. Nunca se dá como direito algo com o qual não concordas. Ou estás de má fé e queres é que os outros se lixem mesmo.
E quantas mulheres, mesmo recorrendo ao aborto legal, se têm lixado!
 
Cara Joana,

Cá estou eu novamente. A visão que ganha cada vez mais peso na forma de encarar os assuntos é o sentido prático das coisas. Sinais do tempo ou então da idade.

a) infelizmente aquelas (para as quais o aborto é uma forma de não assumir responsabilidades, pois têm condições económicas e sociais para criar a crianças mas não querem abrir mão dos seus sonhos)não vão abrir mãos dos seus sonhos ... e vão a Espanha
b) Infelizmente as outras que usam o aborto como um facilitismo ... vão continuar a ir a clinicas ilegais
c) Infelizmente as únicas que não irão poder abortar, são aquelas que tem uma vida miserável, engravidaram não sabem como , muitas vezes nem de quem. É um problema senhora economista de selecção adversa provavelmente só não irão abortar com a envolvente actual aquelas que possivelmente teriam mais razão para abortar (se existe alguma razão para abortar).

Joana, temos uma vida fácil e é muito fácil termos as suas (ou nossas) convicções. Contudo, o facilitismo irá continuar para aquelas que tem vidas fáceis e o "dificultismo" e miserabilismo irá continuar para as outras. Nao é uma questão de responsabilização, porque para tal é preciso ter educação. Não nos podemos reger pelos nossos padrões éticos para julgar os outros, principalmente quando tem vidas complicadas.

Infelizmente para mim a IVG é uma falsa questão, porque ela já existe de facto apesar de não existir na lei. A questão é de nós não termos que impor pela lei os nossos padrões mas sim pelo costume. É na verdade sou muito anglo-saxonico e cada vez vejo os assuntos por um lado pragmático e menos passional.

Digo-lhe sinceramente, o que mais me irritaria seria a conotação política que a vitória do Sim teria. Ou seja, as Odete santos da vida em extase e os Louças da vida a reclamarem uma vitória.

Que tal reunirmos uma assinaturas e promovermos um referendo com a seguinte pergunta: "É a favor de politicas que favoreçam de uma forma explícita a natalidade?"

Continuo indeciso.....
 
Caro Indeciso (por que será que tenho a impressão que o conheço...?)

Que alguma coisa tem que mudar, não temos (nós os dois) dúvidas e até concordamos que é pela via de políticas de apoio à natalidade, maternidade e paternidade, e educação.

Mas (ainda!) diferimos num aspecto. Ao contrário de si, eu acho que se o aborto fôr liberalizado, as coisas mudam para pior: vai haver mais abortos e, pior, temo que cresçam os que referiu como a) e b), e com estes não podemos - nós e o Estado - pactuar. Estes bébés podem nascer, só que não "dá jeito". E isto é desresponsabilização pura.

As mulheres que referiu como c) provavelmente até preferem ter o bébé se tiverem enquadramento económico-social para tal. Aposte-se, então, na criação destas condições.

A generalização é sempre perigosa.

De resto, não pretendo julgar ninguém. Apenas convencer os indecisos de que o aborto é a solução fácil, não a solução certa.

Apareça, gosto de trocar ideias consigo, e tenho esperança de o convencer.
 
Esta de «Não se quer legalizar nem liberalizar o aborto: quer-se despenalizar.» é digna dos Gato Fedorento: «não é grátis, é de borla»...
 
"Abortos toda a vida houve e nunca deixará de haver e mostra a experiência, dos tais países “mais desenvolvidos” nesta matéria, que só tendem a aumentar quando são permitidos por lei."
Ai, sim? Gostaria então que comprovasse a afirmação que faz. Não serve de muito recorrem sempre os mesmos chavões, falando de factos como dados adquiridos. São pela vida, eu sou pelo esclarecimento. Esclarecimento sério e insento.
 
O irredutivel porque nao vais pregar Salazar la para o teu Blogue? E deixas aqui a malta em paz?
Quando não se conseguem atacar os factosm atacam-se as pessoas, ainda hoje estudei isso a processo civil. É muito fácil encontrar coisas sobre Salazar no meu blog para me mandar calar, do que contradizer os argumentos que arguí atrás.
 
Indecisa das 21:20
Factos, quer queira quer não, são dados adquiridos. Não há volta a dar.
As estatísticas, nesta matéria, quantificam os factos: os abortos aumentaram nos países em que foram legalizados.
Se precisar de ajuda para outros esclarecimentos, nomeadamente para interpretar as estatísticas, disponha.
 
Cara Joana,

Ca estou eu novamente. Continuo indeciso, não pelos valores, mas pelas consequências práticas da lei em causa.

O problema não deve ser se o aborto deve ser legalizado ou se devemos despenalizar algo que a sociedade como um todo já despenalizou mas que continua a condenar em termos morais, e, que na sua grande maioria, irá sempre condenar.

Não tenho dúvidas de que o aborto deve ser condenado pela sociedade mas que:

a) as mulheres que o praticam não devem ser criminalmente culpabilizadas;
b) que os maridos ou os pais das crianças tem que ser respeitados nos seus direitos de pai;
c)que devem ser criadas condições para que aquelas mulheres que tem vidas miseráveis e que tem filhos indesejados tenham condições de dar èstes filhos para adopção;

Assim sendo, a pergunta que nos é posta no referendo é uma pergunta retórica, ou seja, queremos nós que este enquadramento com que grande parte de nós concordamos (conforme atrás descrito)de legalizarmos algo que já é a realizade ou preferimos viver num vazio legal em que não estamos dispostos a culpabilizar criminalmente as mulheres que realizam abortos mas também não estamos dispostos a reconhecer legalmente este acto.

Bom, não sei o que é melhor, se viver no mundo do faz de conta ou viver num mundo em que o aborto é despenalizado.

Cada vez estou mais decidido a aproveitar o dia do referendo com a minha mulher e os meus filhos em casa e não votar. Porquê nunca iria ficar de consciênia tranquila se vortasse sim, mas por outro lado votar não é de certa forma prolongar uma situação caricata.

O Indeciso
 
O quer perguntava é de onde são essas fontes estatísticas? Onde vão buscar essa informação? Estatísticas feitas por quem?
A resposta que dá é evasiva. Fiquei na mesma. E eu a achar que este blog poderia, eventualmente, esclarecer quem não sabe.
 
Caro indeciso,
Uma vez que não é só a mulher grávida que está envolvida no aborto, parece-me que a actual lei chega para incriminar quem o merece. A mulher grávida tem atenuantes e não é penalizada, mas quem pratica o aborto deverá sê-lo. Escusa de andar a ganhar dinheiro e a semear o trauma nessas pobres mulheres.
Não me parece que haja vazio legal, mas tão pouco me interessa pactuar com os tais criminosos e muito menos pagar impostos para estes fins.
Não fique em casa, participe, e em consciência, que já percebi ser boa.
 
Indecisa das 00:57, de 28Out:
Fico contente por poder esclarecê-la e por vê-la interessada em analisar factos.
No seu primeiro comentário parecia haver só ironia...
Cá vão 2 links onde encontra algumas estatísticas. Não deixe de aparecer, pois prevejo conseguir mais números em breve.
www.family.org/
www.abortionfacts.com/
 
Indeciso,
Permita-me que lhe sugira o texto que o Jorge Lima publicou hoje às 11:55.
Conversamos lá.
 
Vejo que a Joana ficou muda e queda perante a minha acusação de cinismo.

Já esperava isso mesmo. Só é verdadeiro cínico o que olha para o lado, mesmo quando os comentários dos outros doem.
 
Caro Anónimo,

Não é legitimo concluir que quem vota NÃO quer mandar indiscriminadamente toda a gente para a prisão.

Entre liberalizar o aborto e mandar para a prisão toda e qualquer mulher que aborte em qualquer circunstância há toda uma panóplia de soluções que cabem, coerentemente, do lado do não.
 
Marta, já lhe pedi noutro lugar que me desse nota da panóplia que defende. espero a sua resposta.
 
Marta,

Ainda estou à espera...
 
Marta,

Para que fique registado para terceiros, V. já me respondeu noutro local
 





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