LIVRO

O BdN será em breve editado em livro. A ideia passa por reunir alguns dos textos que, nas primeiras dez semanas da sua existência, por aqui se foram escrevendo. É mais um contributo para este debate, por permitir que os nossos argumentos cheguem a outros públicos. Os lucros com a venda do livro serão entregues na sua totalidade à associação Ajuda de Mãe, conhecida pelo auxílio que tem dado a jovens mães e a famílias carenciadas. Em breve daremos conta do dia do lançamento e de mais pormenores sobre esta iniciativa.

Comentários:
Coloquem o post lá de baixo do João Gonçalves (sobre a lei espanhola) logo a abrir o livro (quase tipo prefácio... ou ilustração daquilo que, realmente, querem dizer).

Aquela outra das "queridas" também é um must... por exemplo para a capa!
 
Boa iniciativa.
 
Seria interessante saber o quanto os colaboradores do blogue se preocuparam com a Ajuda de Mãe quando os holofotes estavam afastados desta questão...
 
Luís Rainha,
Não percebo esse teu nervosismo. Deixa-me que te diga que alguns fizeram bem mais que muitos "Luís Rainha" que por aí andam a criticar só por criticar.
O que nos falta em seriedade (de acordo com o que nos vens acusando) sobra-te em má fé e desespero.
Abraços,
 
Luis Rainha,

Seria igualmente interessante saber o quanto o Luis Rainha se preocupou e preocupa com a Ajuda de Mãe ou outras organizações similares. Pela sua linguagem, quer-me parecer que a resposta é "nada".
 
Para o Luís Raínha (assim como para muitos defensores do "SIM") estas instituições apenas fazem "caridadezinha que as mulheres não querem...que nada resolve, pois os abortos vão continuar" - parafraseando uma defensora da causa abortista que comentou num post abaixo.
Portanto:
a) a teoria da mulher-coitada-discriminada-humilhada-que-não-faz-um-aborto-de-ânimo-leve cai por terra. Ao dar-se-lhe alternativas, ao interesse pelos seus supostos dilemas, afinal, a mulher reage com desprezo. Aborta porque quer e em primeiro recurso, e não é tão coagida como se pensa.

b) pelo apoio (?) estatal e pela divulgação na CS (?) que estas instituições têm tido, conclui-se que o aborto é de interesse para muita gente. Portanto, convém que não acabe.
 





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