O meu voto NÃO

Votar NÃO.

No campo dos princípios, porque há um factor incontornável que NÃO pode ceder só porque "Sim": uma vida humana cada vez mais apoiada pela evidência científica.

No campo dos problemas práticos, porque votar "Sim" NÃO é solução para o que leva as mulheres a abortar e NÃO é solução para o aborto clandestino.



Comentários:
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Votes
Sim 50% 392
Não 48% 377
Não Sei 2% 12

781 votes total

ATÉ O "SIM" ESTÁ A GANHAR NO BLOG DO NÃO!

TÃO FEITOS !
 
EU VOTO NÃO, PORQUE TENHO MEDO QUE DEUS ME CASTIGUE POR COLABORAR COM A CHACINA DE CRIANÇINHAS !

É PECADO!

ELAS QUE SOFRAM NO MUNDO COMO TODOS NÓS ! POR DEUS NOSSO SENHOR !

ALELUIA MEUS IRMÃOS !

VOTEM NÃO!
 
Se não é solução, porque é que tantas o fazem? Cerca de 18.000 por ano?

São 18.000 atrasadas mentais?
 
Anonymous 1 (3:54 PM),

É assim que a democracia funciona...
Mas o facto de o “Sim” vencer (de qualquer modo ainda não chegámos a Domingo) não vai impedir os apoiantes do “Não” de continuar a procurar proteger as Mães e os seus Filhos, tentando evitar o recurso ao aborto pelos meios que pelos vistos os nossos dirigentes não têm tido coragem de defender.
Não é a mudança da lei que vai acabar com as várias instituições que já conseguiram proteger milhares de vidas humanas apoiando as mães que, talvez forçadas por outros, chegaram a pensar que o aborto era o único recurso de que dispunham...

Anonymous 2 (4:11 PM),

Até no seu ridículo “post” consegui contradizer as ideias defendidas pelo “Sim”, ao referir-se aos fetos de 10 semanas como “criancinhas”...
E também é muito interessante assumir que apenas os crentes em Deus defendem a vida. Deve ter acabado de chegar a este “blog”, não?. É pena. Talvez se tivesse chegado antes fosse a tempo de tomar uma opção sensata – pelo menos, mais ponderada – no Domingo...

Anonymous 3 (4:44 PM),

Estou a ver que também é dos que acredita que o seu “Sim” vai miraculosamente acabar com o aborto clandestino...
Temo que deva dizer-lhe que não é assim. Quanto mais não seja, porque às 10 semanas e 1 dia a mulher volta a ser “criminosa”, mesmo com o seu voto. Ou seja, se não lhe forem apresentadas outras soluções, as tais que, mais uma vez, o nosso Governo não quer apoiar, a dita-cuja senhora irá invariavelmente continuar a recorrer às agulhas de “tricot”.
Por outro lado, ainda que o SNS proteja a identidade dos que a ele recorrem (sigilo próprio dos que aí exercem a sua profissão, como sabe com certeza), as mulheres vão ter de continuar a identificar-se. E algumas não querem, pelas mais variadas razões... Ou porque o filho não é do marido, ou porque não querem que os pais descubram e por acaso a mãe é daquelas sras. que passa o dia de consulta em consulta no Hospital de Santa Maria ou de São João, ou porque vivem nas santas terrinhas onde o primo é maqueiro e a tia enfermeira.

A todos vós,
Será assim tão difícil perceber que uma tentativa de resolução lógica do problema deveria começar pelo princípio e não pelo fim?
Transcrevo aqui um comentário meu, que “postei” já noutro local deste “blog”:
“Já pensou que o Ministério da Saúde tem, dentro dos fundos destinados à especialidade ginecologia-obstetrícia, fundos para comparticipar abortos em clínicas privadas (que baratas não hão-de ser, ou os donos de uma dessas famosas de Espanha não teria comprado um palacete em plena Av. da Liberdade, em Lisboa), mas a pílula anticoncepcional não é comparticipada? Sabe que a vacina contra o cancro do colo do útero, uma das doenças que mais matam as mulheres portugueses – as tais que o sr., como tantos outros, defendem –, custa mais ou menos o mesmo que o preço estimado para um aborto (cerca de 450 euros) e também não é comparticipada? Não acha que antes de construir o telhado se deveriam ter testado as fundações?”
 
"Quanto mais não seja, porque às 10 semanas e 1 dia a mulher volta a ser “criminosa”, mesmo com o seu voto. "

Não é mãe,pois não? É que se fosse saberia que as ecos permitem calcular a idade gestacional aproximada e está é sp dada com uma margem de erro de 1 semana. Isso do "10 semanas e 1 dia" não existe!

De qq modo se estiver de 12 e tiver um bom motivo não acredito que seja penalizada.

Essa da identificação tb é uma boa treta. De 10 semanas não se tem barriga, e se não andar com um badalo a dizer que foi fazer uma IVG ninguém fica a saber. Nem mesmo o pai, se ela não quiser.

E nas santas terrinhas não se fazem IVG, será num hospital distrital que é onde existe obstetrícia.

Pense lá nums argumentos melhores,porque estes, fraquinhos fraquinhos.
 
"Não é a mudança da lei que vai acabar com as várias instituições que já conseguiram proteger milhares de vidas humanas "

Mas só agora é que percebeu isso?
 
E V. sabe que até às 9 semanas pode-se fazer o aborto químico baratissimo que não implica internamento? Que 20 pastilhas de misoprostol custam 10 euros?
 
m8inha,
obrigado. Importa dar seriedade e argumento aos posts.
 
Cara Maria Figueiredo Almeida
No campo dos efeitos deste seu post, SIM, porque este chorrilho de banalidades NÃO é sequer um embrião de argumento.
 
Cara Maria Figueiredo Almeida
No campo dos efeitos deste seu post, SIM, porque este chorrilho de banalidades NÃO é sequer um embrião de argumento.
 
Anonymous das 6:33 PM,

O sr./sra. nada tem a ver com a minha vida, mas acho que neste caso é importante dizer-lhe que não só sou já mãe de uma criança que está cá fora como, ainda por cima, estou grávida de 17 semanas - e 2 dias, para ser mais exacta.
Pois é, já fiz várias ecos e, se calhar é da qualidade do médico, mas as datas sempre bateram certo com as estimativas dadas pelo ecógrafo. Portanto, isso da "margem de erro de uma semana" é um argumento muito dúbio...
Os tais "bons motivos" a que se refere já estão contemplados na lei actual. Os restantes, talvez "menos bons", apesar de serem puníveis por lei, tal como os dados têm demonstrado não têm levado as mães que abortam à cadeia. Aliás, ao referir o facto de que acredita que a mulher não é penalizada “se tiver um bom motivo” está a contradizer alguns dos mais importantes argumentos que a sua “bancada” defende!
Às 10 semanas não se tem barriga…? Lá vêm as generalizações!!! Antes das 10 semanas já as pessoas se levantavam no metro para me dar lugar…

Anonymous das 6:34 PM,

Claro que não… mas, se essas instituições tivessem mais apoios, mais vidas poderiam ser defendidas…

Anonymous das 6:36 PM,

Não estou dentro dos “meandros” das opções de aborto. Se ler acima, sou daquelas que pertence à espécie em extinção das mulheres que engravida para TER os filhos.
 





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