A prioridade é pagar o “direito social” ao aborto

Aparentemente, só existe dinheiro para a aplicação imediata do aborto a pedido, seja no SNS ou através da subsidiação de clínicas privadas com o dinheiro dos contribuintes: Não há dinheiro para reforma nas urgências
O ministro da Saúde, Correia de Campos, admitiu esta sexta-feira que a requalificação das urgências hospitalares implica “encargos financeiros adicionais”, adiantando que, de momento, não existe dinheiro para a aplicação imediata da reforma das urgências hospitalares.

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