Onde estão as pobres mulheres sem recursos económicos para criar os seus filhos? E onde está o aborto de vão de escada?

Um dos médicos que integra o Movimento Médicos pela Escolha (não me consigo recordar do nome) resolveu explicar que o argumento do não referente ao custo do aborto no SNS é uma falácia porque, obviamente, após a aprovação da lei, não será aquele a suportar esses encargos, já que a maioria das mulheres que recorrem ao aborto podem pagar a intervenção no privado.

Comentários:
Esse (pseudo) médico é mais um exótico que pulula na nossa praça. Primeiro, e como muito bem tem notado o Dr. Gentil Martins, esse sim Médico na verdadeira acepção, renega o juramento que prestou no fim do seu curso. Depois, alguém acredita que podendo abortar a custas dos outros - leia-se nossos impostos - a maioria das mulheres que pretenda abortar o fará a expensas próprias, sendo aprovada a lei? Só se considerarem esse custo como "despesa de saúde" para efeitos de IRS, e mesmo assim... E se calhar é o que planeiam...
 
Convido a todos os que votam NÃO no referendo ao aborto de 11 de Fevereiro, que se juntem ao grupo "Aborto? Nao!!!" do Hi5, para que possamos fazer deste um grande grupo de apoio ao movimento pelo Não à liberalização do aborto em Portugal.

http://www.hi5.com/friend/group/displayGroupFront.do?groupId=1399743


Participa, e troca ideias com todos os que dão a cara pela não liberalização da interrupção voluntária da gravidez!!

:)
 
Houve outro que ontem, na Antena 1 quiz explicar que como a maior parte dos abortos seriam químicos, o SNS teria capacidade de resposta sem que fossem necessárias clínicas privadas...

Além de continuar sem perceber porque é que a Antena 1 está a dar tempo de antena unilateral ao Sim esta declaração contraria as declarações até dos mais ferozes defensores do SIM, como é o caso do Ministro da Saúde.

Insisto: se tudo isto não fosse tão grave, era ridículo
 
Num país onde se vive tão bem,
omde o nível de vida tem sido sempre a subir,
onde nem há pobreza ...

Realmente não se compreende.
Mas onde é que estão essas mulheres?
São, de certeza uma ficção.

Bjs
 
Que vocês não conheçam pessoas realmente pobres, que o vosso círculo de amigos não inclua pessoas que nem sempre têm comida para pôr na mesa é uma coisa.

Que não conheçam pessoas realmente desesperadas e sem os conhecimentos certos para fazer um aborto seguro (aindaq que tendo dinheiro para o fazer) também acredito.

Que neguem a sua existência, já é levar a coisa longe demais...
 
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
 
Meus caros,

1º não fui eu que afirmei que a maioria das mulheres que aborta tem dinheiro para o fazer no sector privado. Foi um representante de um dos movimentos do sim. Se não concordam com ele, talvez fosse melhor pedirem explicações a quem de direito.
2º Não acham que a preocupação com a pobreza, sendo meritória (e acreditem que eu a compartilho com todos), não pode condenar a mulher ao aborto, antes justificando um esforço acrescida para permitir que a mulher grávida possa ter o seu filho e educá-lo. Não lhes parece que o que estão a defender é a exclusão da pobreza por via do controlo da natalidade e, simultaneamente, a falência do estado social?
Talvez fosse bom pensarem nisso em vez de começarem por, preconceituosamente, achar que todos os defensores do não são autistas e desconhecedores do mundo em que vivem.
 
Olha olha: agora "não fui eu" e tal ...

Tiazoca da treta.
 





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